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Mulheres que Amam Demais e Co-Dependência
Pessoas que sofrem de dependência afectiva são conhecidas por "Mulheres que Amam Demais". Para algumas pessoas amar é sinónimo de sofrer. As pessoas que Amam Demais (Homens ou Mulheres) são atraídas por parceiros distantes, perturbados ou temperamentais e ignoram os “bons rapazes” que consideram aborrecidos. Põem de parte os amigos e interesses para estarem sempre disponíveis para o parceiro. E muito embora estar com ele seja um tormento, sentem-se vazios sem ele.

Quando o amor é sinónimo de sofrimento, estamos a prejudicar-nos a nós próprios e a destruir a nossa auto-estima. Devemos tentar detectar os comportamentos que nos causam sofrimento e corrigi-los, de modo a que possamos desfrutar do amor sem a dor que acompanha a dependência emocional. Partilhando as nossas histórias, experiências e desabafando, podemos aprender uns com os outros, melhorar o nosso comportamento, a nossa vida e atingir a felicidade no amor e no dia a dia.

Quando estou a Amar Demais???

Amar demais definitivamente nao é um mal que afeta apenas a população feminina...sei o quanto é doloroso a dependencia exarcebada de um relacionamento falido...mesmo evidenciando a falta de afinidade ,em todos os aspectos,com o/a parceiro/a...a dor da "solidão" é muito maior...
Nao aprendi a viver sozinho...sou incapaz disto! Saber amar?!!...Isto é possivel??!!! Como?!!!

"Amar demasiado não significa amar muitos homens, ou apaixonar-se com muita freqüência, ou mesmo ter um grande amor genuíno por alguém. Significa, na realidade, ficar obcecada por um homem e chamar isso de amor, permitindo que tal sentimento controle suas emoções e boa parte de seu comportamento, mesmo percebendo que exerce influência negativa sobre sua saúde e bem-estar e, ainda assim, achando-se incapaz de opor-se a ele. Significa medir a intensidade de seu amor pela quantidade de sofrimento."

Amar demais é amar de menos nós próprios. É viver dependente de alguém esperando que essa pessoa vá de encontro com aquilo que se necessita. quando a primeira pessoa que se deve amar para é o próprio ser. Amar demais não existe. amar é aceitar o outro tal como é e esperar que ele nos aceite tal como nós somos, é ser obsecado por um objecto ou até mesmo por um animal de estimação.De facto são pessoas que não sabem amar porque não se amam a elas próprias. Muitas vezes essa falta de amor pode ser herdada ou conseguida através de vários problemas sociais. É um problema social que tem de ser encarado de frente e a resposta está dentro de cada um. Se não gostarmos de nós quem gostará...ama o próximo como te amasses a ti mesmo. Claro está se não te amares a ti próprio não conseguirás amar um outro. Não se trata de uma doença mas os comportamentos negativos repetidos constantemente e a escolha do mesmo tipo de pessoas leva a que as pessoas sejam consideradas doentes. Amar demais faz pensar não faz...espero que faça para alguns também sentir.

O dependente de relacionamentos é carente, inseguro e está sempre pronto a agradar... quer ser amado e controlar os outros. Isso sufoca o parceiro ou qualquer pessoa que se relacione com o dependente. Mas essa nunca é a intenção do dependente: ele quer ser amado, quer aproximar e não afastar as pessoas. Como nunca aprendeu a se valorizar, a viver um relacionamento afectivo saudável, sem controle e dependência, não consegue agir de outra maneira. Para quebrar esse ciclo, tem de aprender a amar de forma saudável. Primeiro é fundamental amar-se a si próprio. Uma pessoa com baixa estima não gosta muito de si mesmo. Portanto o processo de cura passa pelo resgate do amor próprio para que possa relacionar-se de forma equilibrada no amor, na família, no trabalho, etc.

Uma coisa é fazer uma ou duas coisas disparatadas na vida. Outra bem real é a dependência de relacionamentos. Amar transforma-se em amar demais quando o nosso companheiro é inadequado, não nos liga ou é inacessível, mas não o conseguimos deixar e necessitamos ainda mais dele.

O aborrecimento é a sensação que mulheres que amam demais sentem quando se encontramos com homens bons. Não tocam sinos, não estoiram foguetes, não caiem estrelas do céu. Na ausência de excitação sentem-se impacientes, irritáveis e envergonhadas, um estado geralmente desconfortável que cabe na categoria do aborrecimento. As nossas competências de relacionamento são treinadas para o desafio, não para apreciar a companhia de um homem. Sentimos mais desconforto na presença de companheiros sólidos, fiáveis, alegres, e estáveis do que com homens que não reagem, são emocionalmente distantes, indisponíveis e desinteressados. Deviamos aprender a amar os "bons rapazes"

Mas como podemos nós ser respeitados se não nos respeitamos a nós próprios?
Como qualquer outra dependência, esta tendência para dar, agradar, e até para tentar mudar os outros pode levar as pessoas a um grande sofrimento. Trata-se aqui de viver a vida e os sentimentos dos outros, e, quanto maior for a tentativa de controlo sobre os outros, maior se torna o descontrolo de si próprio, e a sua dependência dos outros.

A “co-dependência” leva muitas pessoas a viverem em auto-anulação, e se não tomarem consciência dos seus padrões destrutivos e autodestrutivos, podem chegar a viver uma vida inteira convencidos que são traços da sua própria personalidade ou acreditando que a vida é mesmo assim.
Amar de mais tem como características, como qualquer outra dependência, a obsessão e a compulsão, o que leva uma pessoa a viver em função de outra ou de outros, por mais destrutiva ou disfuncional que seja a relação. Alguém que se deixe dominar por estes padrões cognitivos e comportamentais perde a liberdade de pensar e agir em função dela própria, dos seus valores e princípios. Esses padrões tornam-se autênticos vícios.

Amar demais não nos dá amor nem liberdade, mas talvez, ansiedade, desgaste, medo, raiva e culpa. É uma luta constante no sentido de dar, de agradar, mudar e salvar os outros para nos sentirmos úteis, necessários e muitas vezes imprescindíveis. Fazemos tudo o que está ao nosso alcance para atingirmos os nossos objectivos, mesmo que para isso seja necessário idealizarmos o outro ou até mesmo culpabilizarmo-nos para desculpabilizar o outro.
Fazemos tudo em função do outro ou da relação e esquecemo-nos de nós próprios e da nossa relação connosco.
Consequentemente, tudo aquilo que serve de base para uma boa relação connosco próprios, logo com os outros e com a vida, fica esquecido. A minha referência é à auto-estima, autoconfiança, auto controlo, segurança, limites, etc.
Esquecemo-nos de nós, do que é bom para nós, do que nos faz sentir bem. Pensamos em dar e muitas vezes não nos lembramos de receber. Viver em função de algo que nos traz angustia e sofrimento é, sem sombra de dúvida, um caminho auto destrutivo que vamos percorrendo se não conhecermos ou não nos ensinarem outro.

Quando abdicamos daquilo que gostamos de fazer para fazer o que ele gosta.
Quando dizemos que os defeitos dele são da nossa culpa.
Quando discutimos a culpa é sempre nossa.
Quando nós estamos com ele apesar de não vivermos sem ele também não conseguimos conviver com ele como fazem os restantes casais normalmente fazem.
Tentamos ser as mulheres mais carinhosas, amorosas e atenciosas do mundo e mesmo assim ele não nos passa cartão.
Abdicamos da companhia dos amigos para estar com ele, sabendo que nada demais vai acontecer, mas sempre com uma pequena esperança.
Quando somos dependentes de anti-depressivos e outras drogas para tentar aliviar o pesadelo.
Quando pensamos mais no que poderia acontecer com ele do que na realidade que ocorre com ele.
Quando a nossa auto-estima desce como uma flecha porque sentimo-nos importentes porque não conseguimos desviar a sua atenção para nós.

"Quando você desculpa a rabugice, o mau homor, a indiferença e as descortesias dele como sendo problemas causados por uma infância infeliz e tenta torna-se a terapeuta dele, você está amando demais."
Então...como deixar de amar de mais?Isso então não é amar?!Quero estar com ele mas estão-me a dizer que isso é demais?!Se gosto dele quero estar com ele..Não entendo...só queria que ele fizesse o mesmo que faço por ele...

Quando medimos o grau do nosso amor pela profundidade de nosso tormento, estamos amando demais.

Amar demais dói muito, na alma.
E essa dor é capaz de acabar com todos os nossos sonhos, pensamentos, idéias, ficamos perdidos de nós mesmos.
Muitas vezes me perguntei, se as pessoas gostam realmente de serem desrespeitadas, de serem enganadas, vejo muitas mulheres dizendo que seus namorados fazem isso, aquilo... fazem tudo o que elas querem e ainda tiram sarro da cara deles," e eu que abro mão das minhas vontades, que respeito, que amo de verdade mereço apenas enxovalhos"...o unico problema que os homens tem é nao gostarem delas o suficiente, simplesmente porque elas nao dao espaço para que isso aconteça. nao dao espaço para que seja ele a correr atras, nao dao espaço para que ele perceba que sente falta da atenção delas, do amor delas, e como nao dao espaço sufocam. ele sente-se sufocado, e logico que nao vai procurar porque quer ter o espaço dele.

Sinseramente nao vejo qual o drama disto tudo..porque a solução e bem simples. ha que aprender a dizer nao! Experimentem começar a cancelar encontros porque ja tem outras coisas para fazer, experimentem nao lhe ligar, experimentem ter as mesmas atitudes que ele tem com voces..ai tudo muda..vai ser ele a procurar-vos..e quando isso acontecer voces recusam, porque? porque tem vida propria e vao quando voces quiserem e nao quando ele quer.se ele gostar de voces vai atras, disso podem ter a certeza, as vezes pode nao ir logo, mas isso e porque eles demoram tempo a assumir os sentimentos para eles mesmos.

O homem e um ser bastante sensivel.. se quer corre atras e faz tudo o que tiver ao seu alcance para estar com connosco por mais que digamos nao. eles nao tem jogos psicologicos como elas..e nunca ouviram dizer.. quanto mais me bates mais eu gosto de ti? e assim que funciona. basta reverter os papeis.. porque o mais dificil ja voces alcançaram..abrir os olhos! agora so tem que reverter os papeis!
O mundo todo está errado, ou sou eu que estou errado neste mundo?
Espero que cada um de nós, encontre o amor de verdade, que respeita, que trata com carinho...que valha a pena amar.

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